Cuidado neurológico para o Parkinson

Buscar o cuidado neurológico para o Parkinson para quem  apresenta sinais motores como bradicinesia, rigidez, tremor em repouso e dificuldade de equilíbrio, torna-se essencial desde os primeiros sintomas. Muitos pacientes, porém, têm apenas rigidez e lentidão dos movimentos. Além disso, sintomas não motores, muitas vezes subdiagnosticados, impactam diretamente a qualidade de vida. Entender e tratar todos esses aspectos é essencial para um cuidado neurológico do Parkinson completo, humanizado e focado no bem-estar do paciente. O tratamento pode ser leve quando bem aplicado transformando a vida do paciente e da  família. Agende uma consulta e saiba mais como trazer de volta a qualidade de vida. 

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Déficit olfativo

Aproximadamente 70 a 90% dos pacientes com doença de Parkinson vão apresentar perda da sensibilidade olfativa. No cuidado neurológico para o Parkinson, precisamos dar a devida atenção para correlacionarmos esse sintoma com a doença e intervir quando necessário, inclusive, antecedendo o aparecimento dos sintomas motores.

Constipação

Alguns estudos indicam que a doença de Parkinson inicia no intestino. Por este motivo, o intestino preso pode ser um sintoma não motor comum e precoce em quem tem a doença. No cuidado neurológico para o Parkinson, um olhar atento do eixo intestino-cérebro é fundamental no tratamento do Parkinson.

Depressão

Depressão e ansiedade são transtornos de humor comuns em quem tem Parkinson, estando presentes em até 40% dos pacientes recém-diagnosticados. A ajuda de um bom profissional proporciona um diagnóstico precoce e o cuidado neurológico com o Parkinson fica mais leve.

Distúrbio comportamental do sono REM

No cuidado neurológico para o Parkinson  damos atenção especial aos distúrbios do sono.  Como o próprio nome já diz, é um distúrbio que acontece durante a fase do sono chamada de REM, que é quando acontecem os sonhos mais vívidos. O paciente apresenta movimentos bruscos associados ao conteúdo dos sonhos, como se estivesse interpretando o sonho. Ocorre em até metade dos pacientes com doença de Parkinson.

O diagnóstico é realizado através da história clínica e exame neurológico detalhado, realizado por um neurologista, preferencialmente especialista em Doença de Parkinson.

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